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Com 23 anos de carreira como modelo, Giane Albertoni nega existência de “book rosa”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Giane Albertoni participa do Pânico; veja fotos

Giane Albertoni negou ter tido contado com

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Giane Albertoni negou ter tido contado com "book rosa" em sua carreira de modelo

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

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<p>Giane Albertoni negou ter tido contado com "book rosa" em sua carreira de modelo</p>

Em 2015, a TV Globo exibiu o polêmico Verdades Secretas, seriado que narrava o cotidiano de um grupo de modelos que praticavam o chamado “book rosa”, atuando como prostitutas de luxo paralelamente aos desfiles nas passarelas. Em entrevista ao Pânico na Rádio nesta quarta-feira (20), Giane Albertoni, atriz e apresentadora que trabalhou no mercado da moda por 23 anos, negou que isso de fato aconteça – pelo menos nas agências em que passou.

“Sempre trabalhei com pessoas muito profissionais. Se existe isso de ‘book rosa’, nunca chegou perto de mim. Nunca vi ninguém nessa. Até porque eu era muito pirralha quando comecei. Se existisse, seria em outro departamento. Mas nunca vi nem presenciei nada. Não fazia parte do meio em que eu vivia”, disse a convidada, que já representou grifes como Gucci, Prada, Dior, Dolce Gabbana e Versace ao redor do mundo.

Giane foi “descoberta” pelo fotógrafo Sergio Valle Duarte em 1993, enquanto andava de bicicleta pelo Parque Ibirapuera, em São Paulo. Ela estava com a mãe e alguns amigos do seu bairro. Tinha 13 anos e mais de 1,80 m de altura.

“Tomei um susto. Minha família também. Eu não conhecia esse mercado, não era divulgado como é hoje. Nem pensava isso. Mas fui visitar a agência com minha mãe e eles me deram um book para fazer. A gente não tinha dinheiro para pagar. Aí tudo começou”, contou, revelando que sofreu anos de bullying até então por ser muito alta e magra.

Atualmente, ela apresenta o programa Noite das Meninas no novíssimo formato de Live (transmissão ao vivo) no Facebook. Gravado em sua própria casa, mostra conversas descontraídas dos mais variados assuntos com diferentes convidados. É exibido todas as quartas-feiras às 21h. Antes, apresentou um programa online no R7 sobre o reality A Fazenda e o diário Hoje em Dia na TV Record como substituta de Ana Hickmann.

“Adoro desafios. Quando fiz teatro, estudei para isso. TV também. As oportunidades estão voando e você tem que saber agarrar e estar preparado. Eu me formei, fiz jornalismo, estudei artes cênicas. Cansa, não é fácil como imaginam. Eu acordava às 5h para fazer o Hoje em Dia, gravava a tarde toda e fazia faculdade à noite”, afirmou.

Giane Albertoni ainda comentou sua carreira no cinema, revelou ser grande fã de teatro e opinou sobre alguns assuntos em alta nos últimos dias, como a decisão de um juiz do Distrito Federal que permitiu que a homossexualidade seja tratada como “doença” por psicólogos. “Deve ser muito triste pensar que nem esse juiz. Que existe cura para algo que não é doença. Em 2017, isso é surreal. Acho um absurdo. Tem tanta coisa mais importante para resolver do que quem se relaciona com quem”, finalizou.

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